Arquivo para Jardim de Infância

As sementeiras de Natal

O Natal é uma das festas mais importantes para as crianças e no jardim de infância é tema de conversa incontornável. Decidimos começar o tema do Natal através de um dos seus símbolos: o Pinheirinho de Natal, e aproveitando o trabalho em redor da reciclagem e dos comportamentos para preservar o nosso Planeta, semeámos o pinhão: a sementinha do pinheiro.

Depois iniciámos o jogo do amigo secreto e com os próprios materiais de desperdício estamos a construir as “nossas” prendas para oferecermos ao amigo secreto. Estas prendas servem também para reflectirmos acerca dos exageros do consumo em redor desta Quadra Festiva. Para as famílias estamos também a preparar uma surpresa, com a ajuda das avós e dos pais que se disponibilizaram para a costura. Aqui fica o nosso AGRADECIMENTO!

Este sacos levam também uma mensagem ecológica: pretende-se que as famílias os levem às compras, assim não necessitam de utilizar os sacos de plástico reduzindo, desta forma, o desperdício e contribuindo para um mundo melhor!

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Do marmelo à marmelada

Quando falámos sobre o Outono, descobrimos várias coisas com ele relacionadas: como por exemplo os seus frutos. O Rodrigo R. lembrou-se que a avó tem muitos marmelos e que faz doce, por isso, decidimos aproveitar que há muitos marmelos no Outono e transformá-los em marmelada.

Para fazer uma boa marmelada é necessário os ingredientes: marmelos, açúcar e um toque especial com a canela. Depois de cortámos o marmelo aos pedacinhos, pesámos e juntámos o açúcar, a canela e um bocadinho de água e foi ao lume.

Quando ficou pronta e morninha, deitámos no frasco, previamente identificado e contámos quantas colheres foram necessárias para encher o nosso frasco. Lidámos com conceitos matemáticos relacionados com as quantidades: número; cheio/vazio.

Finalmente, provámos o marmelo cru e registámos, com os nossos cinco sentidos aquilo que cheirámos, provámos e tocámos. Levámos a marmelada para casa e pedimos ajuda aos pais para registarmos o mesmo com a marmelada.

O entusiasmo foi tanto que a R. A. preparou-nos uma surpresa no fim de semana. Fez-nos com a ajuda dos papás umas deliciosas bolachas do Natal. OBRI GADA!

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Ainda cheira a Outono!

Apesar das campanhas publicitárias em redor do Natal, a verdade é que ainda estamos no Outono e cheira mesmo a Outono! Na nossa sala decidimos reunir o conjunto dos nossos conhecimentos, acerca desta Estação do Ano, num painel do Outono. Também fizemos algumas experiências com as folhas e com as cores para compreendermos como se relacionam entre si.

Fomos à descoberta da Natureza do Outono no Pátio do nosso Jardim

Descobrimos paus, folhas, cascas de castanhas (restos da Festa do São Martinho), cascas de árvores, restos de sementinhas. Colámos tudo à volta do nosso painel que tinhamos já pintado com as cores do Outono.

Aproveitamos as diferentes folhas para fazermos conjuntos e também para carimbar e decorar o resto do painel. Não esquecemos de fazer alguns animais (do Outono) como caracóis e ouriços-caixeiros para enfeitarmos também o Painel.

Quisemos saber porque é que as folhas tão verdinhas mudam de cor no Outono

1. Cortámos as folhas verdes para uma taça              2. Juntámos álcool

3. Pisámos muito bem e absorvemos o líquido verde no papel. Verificámos que no papel o verde subia, mas que aparecia a cor amarela e a cor castanha.

Conclusão: todas as cores que vemos no Outono já estão nas folhas, quando a árvore produz clorofila só aparece a cor verde. Quando a árvore, no Outono deixa de produzir clorofila, as folhas morrem e aparecem as cores do Outono.

E estas são as cores do Outono:

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A festa do São Martinho

As tradições foram mais vez revisitadas na nossa sala com as comemorações do dia do S. Martinho. Não faltaram castanhas quentinhas, histórias, quadras e canções alusivas ao tema que juntou todas as salas no pátio exterior.

A Lenda do São Martinho

historia Maria Castanha

.Hist. M. Castanha

Apresentacao sala 2

apresentacao sala 3

A história da Maria Castanha

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As bactérias boas e as más!

Para encontrarmos as bactérias resolvemos realizar a experiência do leite, assim, colocámos um pouco de leite em três copos e depois colocámos o primeiro copo no frigorífico, o segundo em cima do armário e o terceiro junto à janela. Registámos esta primeira etapa e esperámos uma semana.

mat.exp.

Esta semana pegámos novamente nos copos e no primeiro dia observámos e registámos o que aconteceu ao leite dos três copos. O primeiro copo: “cheirava a leite e estava frio”; o segundo “cheirava a iogurte e estava líquido e sólido”; finalmente o terceiro “cheirava a queijo podríssimo e estava líquido”. Conversámos um pouco acerca do que provocava aquele cheiro, do aspecto do leite e porque é que o leite do frigorífico estava ainda bom. As conclusões foram as seguintes: “o leite cheira mal eu não sei porquê? Deve ter sido do sol”; “o leite está bom porque estava no frigorífico e lá está frio.”

Na realidade o leite que ficou fora do frigorífico ficou com aquele cheiro e aspecto devido às bactérias que se alimentam do próprio leite. O cheiro a queijo e o aspecto a iogurte verificado pelas crianças, prova que estes dois derivam do leite e são fruto de uma transformação bacteriológica. As bactérias gostam do sol, mas não gostam do frio, por isso, o frigorífico ajuda a preservar alimentos como o leite. Nesta experiência conseguimos descobrir as bactérias pelo cheiro.

a cheirar o leite cheirar o leite

Era importante também experimentar ver as bactérias, por isso, requisitámos um microscópio para realizarmos a segunda e terceira experiências. Primeiro explorámos o micróscopio, que já conheciamos de experiências anteriores. Verificámos as lentes, a luz e as lamelas. De seguida colocámos as bactérias do leite que parecia iogurte numa lamela e designámos de bactérias boas, depois colocámos as bactérias que existem nos nossos dentes com a ajuda de cotonetes, numa segunda lamela e designámos de bactérias más.

Algumas observações foram as seguintes:” observei uma bolinhas brancas e cinzentas que eram as bactérias boas e umas coisas pretas que eram as bactérias más. As bactérias são bichinhos que não se conseguem ver.”; “Umas eram pretas outras eram brancas e cinzentas e tinham coisas brancas. As bactérias são bichos muito pequenas, são micróbios. As boas estão nos nossos intestinos e as más nos nossos dentes.”observaçao completa

Fonte: Ciência a Brincar- Descobre a Vida!.Bizâncio, 2008.

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A nossa saúde, doenças e bactérias

As perguntas em torno da minha operação e da operação da Rafaela A, levaram-nos até ao tema das doenças. A gripe H1N1V entrou novamente nas nossas conversas e nós aproveitámos para explorar a temática e alargar os nossos conhecimentos.

Após reunirmos vários materiais como livros, fotografias e alguns vídeos, recortámos o menino doente e a menina saudável e registámos o tipo de doenças que podemos ter e os comportamentos que devemos adoptar para as evitar.

menina saudável menino doente

A história da Matilde “que grande constipação” deu-nos a ideia de escrevermos uma carta à nossa Rafaela que se encontra ainda em recuperação, decidimos também juntar o médico e enfermeiro articulados, para que ela possa distrair-se enquanto está em casa.

médico articulado

Começámos a construir um livro sobre as profissões, o qual iniciamos com os Profissionais de Saúde. Como estavam todos com vontade de serem de médicos, arranjámos a caixa do médico e pusemos lá dentro alguns objectos necessários à sua actividade como: estetoscópios, seringas, ligaduras, pensos, máscara ou tocas. Pendurámos também umas batas na área da casa e agora temos verdadeiras sessões de consultas na nossa sala.

Todos os dias há alguém que aparece com um novo objecto.

caixa medico medico

Para compreender melhor a importância de umas mãos bem lavadas, como forma de prevenção das doenças, fizemos a experiência das “mãos sujas” e concluímos que as mãos ficam limpinhas quando as lavamos com sabonete e durante muito tempo. Agora andamos à “procura” das bactérias que nos causam algumas doenças…

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O Dia da Alimentação

Depois dos ensaios e preparativos as nossas comemorações do Dia Mundial da Alimentação foi uma festa repleta de surpresas ora vejam:

A sala 3 apresentou a sua peça de teatro com fantoches: “No estranho país dos alimentos” e a canção ” A roda dos alimentos”.

a peça teatro

peça de teatro sala 3

A sala dois apresentou uma canção de roda muito divertida.

canção de roda sala 2

A sala um surpreendeu-nos com uma canção sobre os alimentos.

canção sala 1

Foi um importante dia de convívio e aprendizagem.

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A alimentação

A roda dos alimentos

Na sequência dos trabalhos realizados com a nossa saúde, abordámos o tema da alimentação e começámos por recordar quais os alimentos mais saudáveis. Depois, recortámos vários alimentos utilizando imagens de revistas e construimos a nossa RODA DOS ALIMENTOS, que vai estar exposta na EBI de Ferreiras no dia 16 de Outubro- O Dia da Alimentação.

Também aprendemos uma canção: “A roda dos alimentos”

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À descoberta de mim, do outro, de nós.

O nosso Projecto Curricular de Estabelecimento pretende que o primeiro período seja potenciador de descobertas e experiências, que permitam à criança conhecer-se melhor e compreender o seu papel no grupo. Neste sentido, apesar de este ser o nosso terceiro ano juntos e de todos estarmos plenamente integrados na vida do Jardim de Infância, nunca é tarde para nos conhecermos melhor e estreitarmos os laços de afecto que nos unem e que nos identificam como grupo.

Assim, o trabalho desenvolveu-se no sentido da valorização do jardim-de-infância, enquanto espaço de prazer, partilha, convívio e conhecimento. Explorámos sentimentos como a alegria, a tristeza ou o medo e comportamentos/atitudes de respeito, tolerância, amizade e o divertido poema de Luísa Ducla-Soares: “Tudo ao contrário” veio-nos dar uma ajuda precisosa.

Tempo ainda para explorarmos as nossas rotinas diárias no Jardim de Infância e em Casa e descrevermos algumas atitudes/comportamentos importantes para a saúde do nosso corpo e vamos continuar a trabalhar neste tema já que se aproxima o Dia Mundial da Alimentação.

Os sentimentos:

tudo contrario

Tudo ao contrário

O menino do contra
queria tudo ao contrário:
deitava os fatos na cama
e  dormia no armário.

Das cascas dos ovos
fazia uma omelete;
para tomar banho
usava a retrete.

Andava, corria
de pernas para o ar;
se estava contente,
punha-se a chorar.

Molhava-se ao sol,
secava na chuva,
e em cada pé
usava uma luva.

Escrevia no lápis
com o papel,
achava salgado
o sabor a mel.

No dia dos anos
teve dois presentes:
um pente com velas
e um bolo com dentes.

in Poemas da mentira e da verdade de Luísa Ducla Soares

As rotinas diárias em casa:

rotina antes rotina antes 2

rotina antes 3 rotina antes 4

Algumas das actividades tarefas realizadas antes de chegarem ao Jardim de Infância.

rotina depois rotina depois 2

rotina depois 3 rotina depois 4

E algumas das actividades quando chegam a casa depois de um dia atarefado no Jardim de Infância.

A Higiene e Saúde:

o meu corpo o meu corpo 2

O meu corpo 3 O meu corpo 4

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Ser criança no Dia da Criança

dia criança 1 deco. bolsas.1

No parque lúdico da Câmara Municipal de Albufeira, realizou-se a grande comemoração do Dia da Criança. Para um dia passado de forma diferente, levámos as crianças a realizarem as actividades propostas que passavam pela pintura de uma bolsinha, pelo divertimento nos insufláveis e com a animação de rua que incluía palhaços e malabaristas.

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