Archive for Novembro, 2009

Do marmelo à marmelada

Quando falámos sobre o Outono, descobrimos várias coisas com ele relacionadas: como por exemplo os seus frutos. O Rodrigo R. lembrou-se que a avó tem muitos marmelos e que faz doce, por isso, decidimos aproveitar que há muitos marmelos no Outono e transformá-los em marmelada.

Para fazer uma boa marmelada é necessário os ingredientes: marmelos, açúcar e um toque especial com a canela. Depois de cortámos o marmelo aos pedacinhos, pesámos e juntámos o açúcar, a canela e um bocadinho de água e foi ao lume.

Quando ficou pronta e morninha, deitámos no frasco, previamente identificado e contámos quantas colheres foram necessárias para encher o nosso frasco. Lidámos com conceitos matemáticos relacionados com as quantidades: número; cheio/vazio.

Finalmente, provámos o marmelo cru e registámos, com os nossos cinco sentidos aquilo que cheirámos, provámos e tocámos. Levámos a marmelada para casa e pedimos ajuda aos pais para registarmos o mesmo com a marmelada.

O entusiasmo foi tanto que a R. A. preparou-nos uma surpresa no fim de semana. Fez-nos com a ajuda dos papás umas deliciosas bolachas do Natal. OBRI GADA!

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Ainda cheira a Outono!

Apesar das campanhas publicitárias em redor do Natal, a verdade é que ainda estamos no Outono e cheira mesmo a Outono! Na nossa sala decidimos reunir o conjunto dos nossos conhecimentos, acerca desta Estação do Ano, num painel do Outono. Também fizemos algumas experiências com as folhas e com as cores para compreendermos como se relacionam entre si.

Fomos à descoberta da Natureza do Outono no Pátio do nosso Jardim

Descobrimos paus, folhas, cascas de castanhas (restos da Festa do São Martinho), cascas de árvores, restos de sementinhas. Colámos tudo à volta do nosso painel que tinhamos já pintado com as cores do Outono.

Aproveitamos as diferentes folhas para fazermos conjuntos e também para carimbar e decorar o resto do painel. Não esquecemos de fazer alguns animais (do Outono) como caracóis e ouriços-caixeiros para enfeitarmos também o Painel.

Quisemos saber porque é que as folhas tão verdinhas mudam de cor no Outono

1. Cortámos as folhas verdes para uma taça              2. Juntámos álcool

3. Pisámos muito bem e absorvemos o líquido verde no papel. Verificámos que no papel o verde subia, mas que aparecia a cor amarela e a cor castanha.

Conclusão: todas as cores que vemos no Outono já estão nas folhas, quando a árvore produz clorofila só aparece a cor verde. Quando a árvore, no Outono deixa de produzir clorofila, as folhas morrem e aparecem as cores do Outono.

E estas são as cores do Outono:

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A festa do São Martinho

As tradições foram mais vez revisitadas na nossa sala com as comemorações do dia do S. Martinho. Não faltaram castanhas quentinhas, histórias, quadras e canções alusivas ao tema que juntou todas as salas no pátio exterior.

A Lenda do São Martinho

historia Maria Castanha

.Hist. M. Castanha

Apresentacao sala 2

apresentacao sala 3

A história da Maria Castanha

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As bactérias boas e as más!

Para encontrarmos as bactérias resolvemos realizar a experiência do leite, assim, colocámos um pouco de leite em três copos e depois colocámos o primeiro copo no frigorífico, o segundo em cima do armário e o terceiro junto à janela. Registámos esta primeira etapa e esperámos uma semana.

mat.exp.

Esta semana pegámos novamente nos copos e no primeiro dia observámos e registámos o que aconteceu ao leite dos três copos. O primeiro copo: “cheirava a leite e estava frio”; o segundo “cheirava a iogurte e estava líquido e sólido”; finalmente o terceiro “cheirava a queijo podríssimo e estava líquido”. Conversámos um pouco acerca do que provocava aquele cheiro, do aspecto do leite e porque é que o leite do frigorífico estava ainda bom. As conclusões foram as seguintes: “o leite cheira mal eu não sei porquê? Deve ter sido do sol”; “o leite está bom porque estava no frigorífico e lá está frio.”

Na realidade o leite que ficou fora do frigorífico ficou com aquele cheiro e aspecto devido às bactérias que se alimentam do próprio leite. O cheiro a queijo e o aspecto a iogurte verificado pelas crianças, prova que estes dois derivam do leite e são fruto de uma transformação bacteriológica. As bactérias gostam do sol, mas não gostam do frio, por isso, o frigorífico ajuda a preservar alimentos como o leite. Nesta experiência conseguimos descobrir as bactérias pelo cheiro.

a cheirar o leite cheirar o leite

Era importante também experimentar ver as bactérias, por isso, requisitámos um microscópio para realizarmos a segunda e terceira experiências. Primeiro explorámos o micróscopio, que já conheciamos de experiências anteriores. Verificámos as lentes, a luz e as lamelas. De seguida colocámos as bactérias do leite que parecia iogurte numa lamela e designámos de bactérias boas, depois colocámos as bactérias que existem nos nossos dentes com a ajuda de cotonetes, numa segunda lamela e designámos de bactérias más.

Algumas observações foram as seguintes:” observei uma bolinhas brancas e cinzentas que eram as bactérias boas e umas coisas pretas que eram as bactérias más. As bactérias são bichinhos que não se conseguem ver.”; “Umas eram pretas outras eram brancas e cinzentas e tinham coisas brancas. As bactérias são bichos muito pequenas, são micróbios. As boas estão nos nossos intestinos e as más nos nossos dentes.”observaçao completa

Fonte: Ciência a Brincar- Descobre a Vida!.Bizâncio, 2008.

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A nossa saúde, doenças e bactérias

As perguntas em torno da minha operação e da operação da Rafaela A, levaram-nos até ao tema das doenças. A gripe H1N1V entrou novamente nas nossas conversas e nós aproveitámos para explorar a temática e alargar os nossos conhecimentos.

Após reunirmos vários materiais como livros, fotografias e alguns vídeos, recortámos o menino doente e a menina saudável e registámos o tipo de doenças que podemos ter e os comportamentos que devemos adoptar para as evitar.

menina saudável menino doente

A história da Matilde “que grande constipação” deu-nos a ideia de escrevermos uma carta à nossa Rafaela que se encontra ainda em recuperação, decidimos também juntar o médico e enfermeiro articulados, para que ela possa distrair-se enquanto está em casa.

médico articulado

Começámos a construir um livro sobre as profissões, o qual iniciamos com os Profissionais de Saúde. Como estavam todos com vontade de serem de médicos, arranjámos a caixa do médico e pusemos lá dentro alguns objectos necessários à sua actividade como: estetoscópios, seringas, ligaduras, pensos, máscara ou tocas. Pendurámos também umas batas na área da casa e agora temos verdadeiras sessões de consultas na nossa sala.

Todos os dias há alguém que aparece com um novo objecto.

caixa medico medico

Para compreender melhor a importância de umas mãos bem lavadas, como forma de prevenção das doenças, fizemos a experiência das “mãos sujas” e concluímos que as mãos ficam limpinhas quando as lavamos com sabonete e durante muito tempo. Agora andamos à “procura” das bactérias que nos causam algumas doenças…

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